Chevrolet Tracker sobressai com novo motor 1.4 turbo

Propulsor 1.4 turbo flexível de até 153 cv acelera com vontade e entrega torque em faixas baixas de giro
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SCA SÃO PAULO 06/01/2017 - JORNAL DO CARRO - AVALIAÇÃO CHEVROLET TRACKER LTZ TURBO.FOTO SERGIO CASTRO/ESTADÃO.

Na saída da concessionária, bastou pressionar de leve o pedal do acelerador para o Tracker arrancar com disposição, sem que os carros que vinham na avenida precisassem diminuir o ritmo. A explicação de tanto ânimo está no novo motor 1.4 turbo flexível de até 153 cv, o mesmo do novo Cruze. A linha 2017 do utilitário feito no México foi mostrada no Salão do Automóvel, em novembro. A tabela de R$ 79.990 para a versão LT e de R$ 89.990 para a LTZ, como a avaliada, foi mantida.

A atualização da segunda geração do carro (a primeira era fruto de uma parceria com a japonesa Suzuki) acaba de chegar às concessionárias, o que explica os adesivos no exemplar das fotos. Como a GM nos convidou para guiar o Tracker nos EUA, que tem diferenças em relação ao vendido no Brasil, demos uma voltinha em uma unidade emprestada pela autorizada Nova, de São Paulo, para saber como se comporta o modelo que o consumidor brasileiro encontra nas lojas.

O hodômetro marcava apenas 25 km rodados, e nos primeiros quilômetros “de vida” nenhum carro está na plenitude de sua forma. Mas deu para concluir que o novo Tracker está pronto para encarar a forte concorrência que vem se consolidando no segmento. Quando o modelo anterior chegou, em 2013, seu preço era bem maior que o dos rivais. Agora que ficou mais moderno, e sem reajuste, ele passou a ser um concorrente de peso.

A evolução em relação ao modelo 2016 é grande. Além do novo motor, o modelo agora tem direção com assistência elétrica e há nova calibragem para o sistema de suspensão.

O nível de ruído do motor na cabine é baixo (a GM informa que houve redução de 11%) e as passagens de marcha do câmbio automático de seis marchas são suaves.

Primeiro modelo do segmento a combinar motor turbo com tecnologia flexível, o Tracker 2017 é também bastante ágil. Basta um pouco mais de pressão no acelerador para o ponteiro do velocímetro subir com vontade, mostrando que, se havia alguma limitação no antigo 1.8 aspirado, isso ficou para trás com o turbinado.

O bom resultado pode ser creditado à faixa de giro na qual 90% dos 24,4 mkgf de torque ficam disponíveis: a partir das 1.500 rpm. Segundo informações da GM, para acelerar de 0 a 100 km/h, o Tracker precisa de 9,4 segundos – são 2 segundos a menos que o anterior. A velocidade máxima, por sua vez, é de 198 km/h.

Ainda de acordo com a fabricante, o modelo ficou até 15% mais econômico e recebeu nota máxima em eficiência energética no programa de etiquetagem Inmetro.

Quando abastecido apenas com gasolina, o consumo médio é de 11,7 km/l na estrada e de 10,6 km/l na cidade. Com apenas etanol no tanque são de 8,2 km/l e 7,3 km/l, respectivamente, conforme dados da GM.

PRÓS E CONTRAS

Prós: EQUIPAMENTOS. A versão de topo traz de série teto solar, sensores de ponto cego, partida por botão, etc.

Contras: FREIO DE MÃO. Apesar de toda a tecnologia, o freio de estacionamento ainda é por alavanca.

FICHA TÉCNICA

Preço R$ 89.990 (LTZ)
Motor 1.4, 4 cil., 16V, turbo, flexível
Potência (com etanol) 153 cv a 5.200 rpm
Torque (com etanol) 24,5 mkgf a 2.000 rpm
Câmbio Automático, 6 marchas
Porta-malas 306 litros

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